01/06/12

A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
                                            POETA PÁDUA DE QUEIRÓZ





Em primeiro lugar,gostaria de agradecer ao professor de língua portuguesa,EDUARDO CRUZ,pela a iniciativa de abordar em sala de Aula esse tema social tão frequente e pouco debatido.Sua coragem em procurar conscientizar o jovem que esse terrível mal,pode ser solucionado,me encheu de forças e inspiração para voltar mais uma vez a ESCOLA MUNICIPAL SEBASTIÃO DE ABREU,no bairro do Bom Jardim,onde através de minha arte,discutimos juntamente com os alunos,o que deveria ser feito para evitar essa triste situação.


A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

Será que alguém é capaz
De me explicar no momento
Por que tanta violencia?
Por que tanto sofrimento?
O amor é o certo,meu amigo
Diz o Velho Testamento.

O caso que mais se fala
E é a noticia da hora:
Homem quebra tudo em casa
E espanca a sua senhora
A polícia apareceu
E ela os mandou ir embora.

Só porque ama o marido
E vê-lo então na cadeia
É preferivel mil vezes
Todo dia levar peia.
E é isso caro leitor
Que me confunde e aperreia.

Outras já não denunciam
Temendo sofrer bem mais
Nas mãos do infeliz parceiro
Que diante dos policiais
Diz que está arrependido
E não vai brigar jamais.

Quando voltar pra sua casa
Será um grande marido
E repete outra vez
Que está arrependido
Mas a violência se repete
Êita,cabra ruim bandido!

Porém digo pra você
Que esse é o grande mal
A violência contra a mulher
É um fenômeno social
Praticado pelo homem
Que é um ser racional.

Um ser bruto ama sua fêmea
Porém nunca se atormenta
Mas para amar o homem
A mulher já não aguenta
Quando a atitude dele
Se torna então violenta.



Não é consequência do álcool
E nem tampouco genética
Essa doença no homem
Que age de forma patética
Contra a sua compaheira
Eu digo com a veia poética.

Que isso ainda é reflexo
De uma sociedade antiga
Onde a mulher cruza os braços
E por seus diteitos não briga
Acho isso inaceitável
Espero que alguém me diga.

O que é preciso fazer
Para achar uma solução?
Chega de desigualdade
Chega de desunião
O que começa na igreja
Hoje termina na prisão.

Pois tem lei pra combater
A violencia que está
Encravada sem escrúpulo
No amargo doce lar
Onde os casais deveriam
Conjulgar o verbo Amar.

ME CONTE QUE EU CONTO
       CORDEL POR ENCOMENDA
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