03/12/16

CAFÉ COM LETRAS - CEJA DONANINHA ARRUDA - PÁDUA DE QUEIROZ



A ARTE É UM DIREITO DO POVO

NO LUGAR DE ONDE EU VENHO
TEM UMA IGREJINHA LÁ EM CIMA
O PADRE CELEBRA MISSA
LÁ O POETA FAZ RIMA
E A MOCINHA ATÉ NAMORA...
LÁ EMBAIXO O POVO CHORA
ESPERANDO QUE O PREFEITO
RESPEITE A NOSSA CULTURA
POIS TÁ NA LEGISLATURA:
A ARTE DO POVO É UM DIREITO!

EU TOMO UM CAFÉ COM LETRAS
PORQUE PRA MENTE É SADIO
MINHA TERRA TEM ARTISTAS
TEM REPENTE E DESAFIO
O PODER PUBLICO NÃO VER...
PEÇO NÃO DEIXEM VIVER
O POETA INSATISFEITO
RESPEITE A LITERATURA
POIS TÁ NA LEGISLATURA:
A ARTE DO POVO É UM DIREITO!

TEM RAIMUNDO JULIÃO
E O VIOLEIRO ZÉ DOS REIS
E TEM PÁDUA DE QUEIRÓZ
O POETA DE VOCÊS
NO LUGAR DE ONDE EU VENHO
A ARTE QUE EU DESEMPENHO
TÁ EXIGINDO RESPEITO
NÃO FECHEM A ABOTOADURA
POIS TÁ NA LEGISLATURA:

 A ARTE DO POVO É UM DIREITO!

PÁDUA DE QUEIRÓZ

POETA BATURITÉENSE

25/11/16

PÁDUA DE QUEIRÓZ - DE INFERNO A INFERNO - LITERATURA DE CORDEL

DE INFERNO A INFERNO
Poeta Pádua de Queiróz


Dizem que certa vez
Em algum tempo distante
Encontravam-se no Inferno
Só figuras importantes
Que viveram aqui na terra
Maltratando o semelhante.

Tinha um tal de George Bush
Que teve um pai presidente
E que tinha o mesmo nome
Mas para ficar diferente
Botou o Bush pra trás
Deixando o dáblio na frente.

Uma Senhora muito idosa
Sempre de chapéu e esnobe
Dizia-se da realeza
Rainha da classe nobre
Reinou mais de meio século
Bebendo o suor do pobre.

01

Seu nome era Elizabeth
Teve um filho que foi corno
Viveu lá na Inglaterra
Ilhada de joias e suborno
Nunca pegou numa vassoura
E nem soube usar um forno.

Entre eles um barbudinho
Matuto e muito querido
Que não sabia de nada
E só comia escondido
Oriundo de Pernambuco
Nunca mais teve um partido.

W. Bush, estava triste
Naquele mundo em brasa
Pediu então ao diabo
De chifre, rabo e de asa
Uma autorização
Pra poder ligar pra casa.

02



Porque queria saber
Sobre a grande transição
De cargo entre Obama e Trump
Novo chefe da Nação
Eleito pela minoria
Através de uma eleição.

O diabo então lhe disse
Com um tom imperativo:
Pode ligar do meu TIM,
Se quiser tem Claro e Vivo
Só não tenho o chip da OI
Pra ligar é cansativo.

Bush falou dois minutos
Pra terra do Tio San
Conversou Hillary e Trump
E Obama que era fã
Com aquele celular
Fabricado em Taiwan.

03


Tá me devendo um milhão!
O diabo lhe falou
Então um milhão de dólares
Bush em espécime pagou
Só não sei como a noticia
Da ligação se espalhou.

A Rainha rapidamente
Falou então desse jeito:
Seu capeta eu sou nobre
E mereço mais respeito
Quero fazer uma ligação
Sou mãe e tenho o direito!

De ligar para meu filho
Que ainda mora na Terra
Quero saber se meu neto
Governa bem a Inglaterra
Quero saber se meu Reino
Está em paz ou em guerra!

04

O diabo feito um súdito
Disse: pois não Majestade
Eis aqui meu celular
Pode ligar a vontade,
Nem Deus salva a Rainha
Da conta que vem mais tarde!

Não vou contar os detalhes
Da conversa da rainha
Só sei que ficou três horas
Dependurada na linha
Ao encerrar disse ao diabo
Com uma voz bem baixinha:

Hoje estou desprevenida
Mister Cão, bote na conta!
Que depois meu povo paga
Feito uma barata tonta!
E o diabo disse: Néco,
Isso já é uma afronta!

05


  
Porque aqui é diferente
Majestade o Reino é meu
Se ligou tem que pagar
Aqui quem manda sou eu
Nécolino de botar
Essa na conta do abreu!

A rainha muito triste
A contragosto pagou
A ligação pra Inglaterra
Que ela realizou
Quase cinquenta milhões
De Libras desembolsou.

Logo veio o barbudinho
Que foi falando ligeiro:
Quero fazer uma ligação
Para o povo brasileiro!
E o diabo exclamou:
Deixe disso companheiro!


06
Tome aqui meu celular
Pode ligar sem demora
Sergio Moro já se foi
Não vai lhe grampear agora
Dizem que ele está no Céu
Com Jesus e Nossa Senhora!

Lula ligou para Gleisi
Dizendo: perdi a fé
Apostei tudo na Dilma
Que mandaram dar no pé
Acabaram meu partido
Veja o mundo como é.

Minha estadia no inferno
Até parece brincadeira
Nada vi e nada sei
Sobre essa roubalheira
Essa história do tríplex
É marmota companheira!

07



Agora vou desligar
Que estou com pouco dinheiro
Tenho só treze bilhões
Que ganhei de um empreiteiro
E não confio no diabo
Mesmo sendo companheiro!

Se Bush por dois minutos
Pagou de cara um milhão
A rainha pagou cinquenta
Por três de conversação
Imagine um brasileiro
Que nasceu lá no sertão?

Acho que não vai sobrar
Nem o da minha cachaça!
Quatro horas! O diabo falou.
Você tem credito na praça
O submundo está moderno
Pois de Inferno a Inferno
A ligação é de graça!

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06/10/16

LAMPIÃO - FOLCLORE NORDESTINO - PÁDUA DE QUEIRÓZ


OS CABRAS DE TIANGUÁ

Poeta Pádua de Queiróz



Lampião eu vi subir

Eu vi Lampião subir

A Serra de Tianguá

Com a intensão de arranjar

Uma namorada ali

A Serra de Tianguá
Com a intensão de arranjar

Uma namorada ali.



E Maria tão bonita

No sertão agora está

Coitadinha, tão sozinha

Esperando seu Lampião voltar...

Tianguá não tem cangaço

Mas na bala ou no aço

Não vai deixar ele entrar.

Tianguá não tem cangaço

Mas na bala ou no aço

Não vai deixar ele entrar.



Eu vi Lampião subir, Lampião eu vi subir....



Lampião diz que carrega

Muito amor no seu bornal

Quer ganhar um coração

Armado, porém vai se dar mal...

Tianguá tem cabra macho

Vai botar ele pra baixo

E é na base do punhal.

Tianguá tem cabra macho

Vai botar ele pra baixo

E é na base do punhal.



Lampião eu vi subir, eu vi Lampião subir...

05/10/16

ANTONIO GOES - PEDRA BRANCA/CE - PÁDUA DE QUEIRÓZ


                              




 
TETRA CAMPEÃO ELEITO
Antonio Goes é o prefeito
Que o povo escolheu
Sessenta e três por cento
Virgula doze ele venceu
Este homem admirável
Numa eleição incontestável
Pela quarta vez se elegeu.




Começou em dois mil e quatro

Com uma proposta diferente
Fazer uma Pedra Branca
Bem melhor pra sua gente
Seu trabalho foi aceito
Por isso foi reeleito
Por ser mesmo competente.

No ano de dois mil e oito
De uma forma absoluta
Nas urnas eleitorais
Venceu mais uma disputa
E esse grande administrador
Elegeu seu sucessor
Pra continuar sua luta.

No pleito de dois mil e doze
Que foi Pedro Paraibano
Um futuro adversário
Não estava em seus planos
Mas um mestre de verdade
Também tem dignidade
De corrigir um engano.

E quem nasce campeão
Campeão sempre será
Antonio Goes é sem dúvida
O melhor do Ceará
E em Pedra Branca cidade
Que eu amo de verdade
É joia rara que há.

É por isso que eu escrevo
Sem nenhuma timidez
No cordel que é minha arte
E quero dizer pra vocês
ANTONIO GOES é o prefeito
Tetra campeão eleito
De dois mil e dezesseis.

Nasci em Baturité
No entanto sou cearense
Quem tem o respeito do povo
Nesta vida sempre vence
Eu dedico este repente
Ao meu povo, minha gente
Também sou Pedrabranquense.

Poeta Pádua de Queiróz/Alison Junior

29/07/16

DENGUE - O MOSQUITO DO VIZINHO - PÁDUA DE QUEIRÓZ


O MOSQUITO DO VIZINHO
POETA PÁDUA DE QUEIRÓZ

O país trava uma guerra
Contra um cruel inimigo
Invisível a ignorância
Por isso conto contigo
Só combate essa ameaça
Enfim negando-lhe abrigo.

Ouça bem o que eu lhe digo
O Brasil está em alerta
Não adianta o sujeito
Ser uma pessoa esperta
Limpando bem seu quintal
E caixa d’agua coberta.

Uma coisa amigo é certa
Na cidade e no sertão
O tal mosquito da dengue
Não tem dó e nem perdão
E tá mostrando ao povo
A tal democratização.

Meu vizinho faz questão
E não atende ao apelo
Das campanhas contra a dengue
Que hoje é um pesadelo
Barra o fiscal de saúde
Pra não mostrar o desmantelo.

Da sua falta de zelo
No fundo do seu quintal
Se importar com o vizinho
Que sofrerá todo mal
Esquecendo até que ele
Pode parar no hospital.

E isso não é legal
Deus meu livre credo-em-cruz
Por causa do meu vizinho
Parar na fila do SUS
Não se mata esse mosquito
Com veneno e arcabuz.

Um amigo da FIOCRUZ
Com muita convicção
Me disse: “amigo poeta
O combate é a prevenção!
Evite locais apropriados
Para sua proliferação.

Para ele é uma mansão
Caixa d’água destampada
Pneu velho e garrafa
No quintal abandonada
Todo tipo de objeto
Que retém agua parada.”

E numa conversa animada
Ainda sobre o mosquito
Me falou que que ele veio
Lá das bandas do Egito
É por isso que ele tem
Esse nomezinho esquisito.

Eu até acho bonito
As cores que ele tem
Parece meu Botafogo
Time que eu quero bem
Seu corpo todo listrado
Mas não dispensa ninguém.




O Aedes Aegypti também
Tem como particularidade
A virtude de transmitir
Quatro variedades
De dengue e outras doenças
Não é balela, é verdade.

E tanta enfermidade
Que não devemos esquecer
A Chikungunya e a Zika
Por isso vou descrever
Como é fácil um sujeito
Desavisado morrer.

Só precisa conviver
Com esse inseto afamado
E em casa ou no trabalho
Pela fêmea ser picado
As vezes tem o sintoma
Vou dizer bem explicado.

Mas está infectado
É a infecção inaparente
E vive despreocupado
Acha que não tá doente
E em cada dez pessoas
Picadas uma é aparente.

A dengue clássica, minha gente
É a mais leve da doença
De uma hora para outra
Já se sente a presença
De manchas vermelhas na pele
dores sem diferença.




Com certeza é uma sentença
Para o paciente cumprir
Dores nos músculos, nos ossos
Deus me livre de sentir
Dores em todo corpo
Cansaço, vômitos a seguir.

Se outra doença existir
Pensa logo o paciente
Igual essa tal dengue clássica
Eu quero ficar doente.
Porem isso não é nada
Igual a que vem a frente.

Por que essa é diferente
E não é palavra mágica
Mas faz o homem entender
Que a dengue é muito trágica
Se ele sobreviver
A tal dengue hemorrágica.

Não abuso da verborrágica
Para dizer que a parada
É mesmo parada dura
Pra pessoa contaminada
O sangue se coagula
Parece o fim da picada.

No inicio é assemelhada
Com a dengue clássica então
Os sintomas são os mesmos
Depois a complicação
Sangramentos internos
Nasais, pele e visão.




E cai até a pressão
Do infeliz paciente
Que tem que ser internado
Bem depressa, urgentemente
Esse caso leva a morte
Se não tratar corretamente.

Essa ameaça presente
Eu digo ao caro leitor
É a dengue que o mosquito
Do vizinho transgressor
Não se importa em combater
E a vida não dar valor.

Lá no Bairro do amor
Na rua quero viver
Ontem teve um movimento
E o povo chegou pra ver
Limparam todo local
Tá bonito pra valer.

Só espero que meu vizinho
Limpe também seu quintal
Para extinguir de vez
Esse mosquito infernal
Que tem nome e alcunha
Depois falo da chikungunya
Em um cordel especial.

Pádua de Queiróz
Baturité – Ceará
29/07/2016

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16/07/16

FRANCISCO LEITÃO DE SENA - 70 ANO VIVENDO - POETA PÁDUA DE QUEIRÓZ

70 anos vivendo

A minha vida é uma rede
Que o destino balança
Eu sei que o tempo passou
Já não sou mais uma criança
Setenta anos de história
Eu trago na minha lembrança.

Nasci em Jaguaribara
Eu não minto pra vocês
No dia quatro de maio
Do ano quarenta e seis
Lá na Cacimba da Pedra
Chegou enfim minha vez.

Por Francisco fui batizado
Francisco Leitão de Sena
Minha vida não foi fácil
Mas eu sei valeu apenas
Quem não ama a família
Esse tem alma pequena.

Foi José de Sena Lima
Meu querido papaizinho
Homem de pouca instrução
Mas me ensinou o caminho
O trabalho faz o homem
Me dizia com carinho.

Adilberta, Rosa, João,
Mônica, Clêton e Geovar,
Geomário, Ana, Astrogilda,
Ana Célia, sem contar
Zé filho e Wellington im memoria
Meus irmãos...vou sempre amar.

Recordo minha família
Minha mamãe Albertina
Monica, a minha irmã
Que ainda era pequenina
Agora vou contar uma
Que me fez essa menina.

Um copo de leite quente
Era todo santo dia
A minha mãe preparava
Me dava,  então bebia
Mas minha irmã com ciúmes
Demonstrou sua rebeldia.

E me disse mamãe trata
Você com tanto carinho
Vive sempre lhe mimando
Igualmente a um bebezinho
Ou você divide o leite
Ou não beberá sozinho.

Não aceitei a discórdia
Nem tampouco aquela intriga
Porém ela enciumada
Iniciou uma briga
Tomou meu copo de leite
E jogou em minha barriga.

Eu fiquei todo queimado
Chorei de raiva e de dor
Mas entre nós lá em casa
Não se guardava rancor
Porque mamãe dedicava
Para todos o mesmo amor.

Ainda na flor da infância
Pelo mato eu sai
Para brincar mas, não é
Que por lá em me perdi
A minha mãe quase louca
Ficou, pois desapareci.

Me procurou pelas ruas
Mas em vão sem me encontrar
Fez promessa à São Francisco
Dizendo: se eu achar
Meu filhinho eu vou a pé
Á  Canindé pra rezar.

Junto com toda família
E quem quiser ir também
Porque que sei que São Francisco
Sabe que eu quero bem
Esse menino danado
Sem ele não sou ninguém!

Parece que aquele santo
Minha mãe estava escutando
Logo eu fui encontrado
E todos se alegrando
Mamãe com muita alegria
Me beijou, me abraçando.

Mamãe era uma pessoa
De palavra e de fé
Poucos dias nos partimos
Com destino a Canindé
Numa viagem de ida e volta
Noite e dia e a pé.

No ano de cinquenta e oito
Foi uma seca medonha
O sol castigou sem pena
Numa crueldade tamanha
Bebeu a água que tinha
E a esperança de quem sonha.

Viver naquele lugar
Com a fartura de alimento
Na seca de cinquenta e oito
Só eu sei o sofrimento
Eu tinha então doze anos
Porém o meu pensamento.

Era somente o trabalho
Para ter o que comer
Com minhas mãos de menino
Decidi assim vai ser
Vou pras frentes de trabalhos
Que o governo vai fazer.

E assim eu fui sem medo
Com muita determinação
Catando pedras e empurrando
Um velho carrinho de mão
E depois eu trocava as pedras
Por jabá, arroz e feijão.

Levava tudo pra casa
Dava a minha mãe querida
Que preparava pra gente
Aquela boa comida
E trabalhar desde cedo
Aprendi na minha vida.

Eu era o pai lá em casa
Dos irmão tinha o respeito
Se eu comprasse fiado
Fim de mês era dito e feito
Na mercearia do Seu Luzaniro
Sempre eu pagava direito.

Mas meu irmão Geovar
Certo dia fez uma dívida
Seu Luzaniro com raiva
Pela conta esquecida
Me disse não vendo fiado
A questão está decidida.

A não ser que você pague
O que me deve seu irmão
E eu disse: seu Luzaniro
Está resolvida a questão
Pode riscar essa conta
Pago tostão por tostão!

Nasci na Cacimba da Pedra
Morei em poço Comprido
Depois fui pra Limoeiro
Mas estava decidido
Ir morar na Capital
Lugar mais desenvolvido.

Em mil novecentos e setenta
Sem ter medo de careta
Me mandei pra capital
Escanchado numa lambreta
Só sabia carregar saco
E escrever com caneta.

Me casei com Conceição
Minha querida “Concí”
Tantos anos ao meu lado
E com ela eu aprendi
O real valor da família
Lição que não esqueci.

Sua mãe Dona Matilde
Pra mim foi mais do que sogra
Mulher de caráter forte
E coragem até de sobra
Ajudou criar meus filhos
Um mãe que se desdobra.

Trabalhei muito e estudei
Estudei como eu estudei
Com a mulher da minha vida
Vivo conforme eu sonhei
Tenho quatro filhos lindos
Que com amor eduquei.

Francélio, Fernando Henrique,
Sena Junior e Juliana
Que ao meu lado me faz ser
Feliz entre a raça humana
O amor é universal
E a paz é soberana.

Setenta anos vivendo
Só me resta agradecer
As pessoas que eu amo
Que me fizeram vencer
Setenta anos vivi
Muito mais quero viver.

Um problema de saúde
Afetou minha audição
Até tenho um aparelho
Não faço a menor questão
Eu prefiro o silencio
Para ouvir meu coração.

Eu peço a Deus que proteja
Todos que vivem a meu lado
A minha esposa Concí
E meus filhos tão amados
Meus irmãos, enfim a todos
Mais uma vez, obrigado!

F     I     M





PÁDUA DE QUEIRÓZ NASCEU EM BATURITÉ – CE, EM 16 DE DEZEMBRO DE 1971.
POETA CORDELISTA, CANTOR, COMPOSITOR E RADIALISTA. É MEMBRO DA CBJE – CÂMARA BRASILEIRA DE JOVENS ESCRITORES(CORDELISTA CONTEMPORÂNEO – XX)
PRINCIPAIS CORDÉIS PUBLICADOS:
QUEM ACENDEU LAMPIÃO?
O BARBEIRO DE CHAGAS.
BATURITÉ NOS TRILHOS DA SAUDADE.
O PRESIDENTE DOS PRESIDENTES(A VIAGEM DE LULA, DILMA E OBAMA).
UNILAB, UM ELO CULTURAL.
VALDEMAR CABRAL CARACAS, O PIONEIRO.
PUTIÚ, O MILAGRE.
O ENCONTRO DE DIMAS FILGUEIRAS E CHIQUINHO DE XANXÔ.
O QUINZE E OUTRAS CONQUISTAS
MIGUEL ARCANJO CONTRA O ANJO DO MAL.
O PADRE E O SACRISTÃO.
O DEMAGOGO.
OS IRMÃOS DO CANGAÇO.
FRANCISCO LEITÃO DE SENA, SETENTA ANOS VIVENDO.
ENTRE OUTROS...

ME CONTE QUE EU CONTO – CORDEL POR ENCOMENDA
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